Infraestrutura de TI e Rede Wireless da Latinoware 2010 (atualizado)

Em novembro realizamos a Latinoware 2010 no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). Tivemos o imenso prazer de receber 3.125 pessoas, de 20 países, e tivemos 160 palestras e 20 minicursos. Uma grande festa do software livre e dos geeks! O evento foi um sucesso!

A infraestrutura de TI da Latinoware 2010 foi um item elogiado e atendendo a pedidos dos colegas (Eduardo Maçan, Felipe Wiel, Ricardo Bánffy) disponibilizo detalhes de como a infra foi construída:

Peopleware

Em primeiro lugar é necessário uma equipe que tenha conhecimento e esteja bem disposta a trabalhar:

Camada física

Do Datacenter do PTI até o local do evento a conexão foi feita através de fibra óptica a 1 GBps e no local do evento utilizamos cabeamento estruturado Furukawa Categoria 6, sendo todos os pontos certificados.

Custo aproximado de fibra, rack, d.i.o, mão de obra, certificação: R$ 35.000,00

Link Internet, equipamentos e ferramentas

Link Internet: para o evento foi disponibilizado Link de 100 MBps interligando o PTI até a RNP (Rede Nacional de Pesquisa) no POP-PR localizado na UFPR. A Copel Telecom é o fornecedor do Link.

Computadores: Foram utilizados mais de 150 computadores para laboratórios, sala de imprensa, sala de palestrantes e acesso a Internet. A distribuição utilizada foi o Ubuntu 10.10.

Ativos de rede:

  • Roteador Cisco 2921
  • Switches Cisco Catalyst 2960 (custo unitário: R$ 15.000,00)

Rede virtual: criados três VLANs: vlan latinoware, vlan voiplatinoware e vlan gerencialatinoware específicas para o evento.

A SOLUÇÃO WIRELESS

1) Controladora Wireless Cisco 3750G-24WS

2 – Access Point Cisco Aironet 1252AG-T-K9

Firewall, proxy e monitoramento

Para firewall foi utilizado um hardware HP DL180 (6 GB de RAM e 1 processador quad-core) rodando o bom e velho Debian Lenny 64 bits, Squid, Iptables e Sarg (dos repositórios oficiais Debian).

O Squid fazendo proxy transparente das conexões da porta 80 e sem regras de bloqueio, apenas para cache e para o caso de necessitarmos aplicar controle de tráfego (seria utilizado delay_pools do squid, estavam prontas mas não foram necessárias).

No caso do Iptables a regra padrão era drop, sendo liberadas cerca de 10 portas especificas, ssh e rdp (sempre tem algum sysadmin de plantão, que precisa usar), as outras portas eram 443 (ssl), e-mail e FTP. Apenas estas foram liberadas para evitar tráfego de torrent e outros devoradores de banda.  Nenhum filtro de conteúdo web foi utilizado, todas as redes sociais estavam liberadas.

O sarg foi utilizado para analizar os top sites, possíveis clientes devoradores de banda e o consumo médio do evento (informações atualizadas a cada 20 minutos), com isso caso fosse necessário conseguiria identificar a necessidade de aplicação de limitação de banda, mas acabou não sendo necessário.

Foi utilizado também cacti, gerando a cada 5 minutos os gráficos de consumo de link do evento e também o consumo de parte dos usuários do PTI que compartilhavam o mesmo link. Com o Cacti, saberiamos de forma quase instantânea se seria necessário redirecionar parte do tráfego para um segundo Link de 34 MBps que estava a disposição.

Por precaução no segundo no segundo dia de evento direcionamos o tráfego dos usuários corporativos do PTI para o segundo Link Internet de 34 MBps fornecido pela operadora Oi.

Sempre que possível o firewall eram monitorado, colocava-se um iftop para rodar na interfaçe que recebia a rede do evento, visualizando o volume de tráfego segundo a segundo. De forma geral, a maioria das ações foram apenas preventivas e de monitoramento.

Apoiadores e fornecedores:

  • Prognus Software Livre: pela quarta vez nos apoiou na montagem dos laboratórios do Latinoware. Construiu imagem de instalação personalizada do Ubuntu 10.10 e fez a replicação para os mais de 150 computadores, além de prestar assistência para sanar problemas que acontecessem durante as atividades.
  • Itaipu Binacional:  além de patrocinar o evento e do apoio irrestrito do Marcos Siriaco Martins, a Itaipu emprestou 150 computadores para o evento ( José da Silva Motta nos apoiou).  a Itaipu também emprestou parte dos Acess Points (tivemos apoio do Marcos Antonio Da Matta, do Eduardo Cesar Fernandes e do Igor Vinicius Mussoi de Lima que fizeram a configuração da rede da Itaipu possibilitando a utilização de duas redes físicas para prover uma única rede lógica).
  • Powernet: empresa que fez a infra de cabeamento estruturado, certificação dos pontos de rede, fixação dos Acess Points.

Comentários finais

Quanto ao bom desempenho da infra da Latinoware 2010, destaco como essenciais o Link Internet com ampla largura de banda, o investimento em equipamentos de qualidade, a rede toda certificada e a equipe de gestão/operação.

Este ano disponibilizamos 100 MBps de banda. Em anos anteriores tinhamos apenas 08 MBps e lembro na edição de 2008 onde o Eriberto me ajudou a configurar controles de tráfego para que mais pessoas pudessem usar o escasso recurso.

Um componente importante foi a controladora wireless: em anos anteriores tínhamos sobrecargas de clientes em alguns APs enquanto outros ficavam subutilizados. A controladora faz balanceamento distribuindo a carga de forma mais uniforme e caso detecte interferências no sinal de um determinado AP ela automaticamente aumenta a potência do mesmo.

Este ano utilizamos Acess Points da Cisco de alta performance. Nos eventos anteriores tinhamos apenas APs de baixo custo e menor qualidade e um problema frequente era de expositores/grupos de usuários que traziam seus próprios APs e colocavam na rede (as vezes até no mesmo canal) causando conflitos e degradando desempenho dos nossos APs, isto não aconteceu este ano (e se acontecesse a controladora permite “neutralizar” uma AP não oficial evitando que interfira na rede wireless).

É necessário trabalho árduo para disponibilizar infraestrutura de TI para um evento do tamanho do Latinoware. O auditório principal (onde aconteceu a abertura) estava em reformas e o PTI reformou o espaço do antigo refeitório dos barrageiros (área de exposição), portanto tivemos pouco tempo… a equipe de obras da FPTI e a minha equipe e apoiadores possibilitaram que as coisas acontecessem em tempo recorde.

E em 2011 esperamos vocês novamente na Latinoware :-)

Em novembro realizamos a VII Latinoware no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). O evento foi um sucesso! reuniu 3.125 participantes, de 20 países, e contou com 160 palestras e 20 minicursos.

Como membro da Comissão Organizadora agradeço a presença de cada um que participou no evento e elogios e o feedback positivo que recebemos.
A infraestrutura de TI do evento foi elogiaEm novembro realizamos a VII Latinoware no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). O evento foi um sucesso! reuniu 3.125 participantes, de 20 países, e contou com 160 palestras e 20 minicursos.

Como membro da Comissão Organizadora agradeço a presença de cada um que participou no evento e elogios e o feedback positivo que recebemos.
A infraestrutura de TI do evento foi elogia

VII Latinoware – Conferência Latino Americana de Software Livre

Já começaram os preparativos para a Conferência Latino-Americana de Software Livre – Latinoware de 2010, que será realizada entre os dias 10 e 12 de novembro, no Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

Pelo sétimo ano consecutivo, Foz do Iguaçu será a capital do software livre e apresentará ao público novidades tecnológicas, novos programas lançados no mercado, tendências mundiais em open source (código aberto) e aplicações práticas de sistemas abertos e cooperativos.

Promovida pela Itaipu Binacional, Parque Tecnológico Itaipu, Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a Latinoware, repetindo feitos das edições anteriores, será palco para personalidades internacionais e representantes de órgãos públicos e privados de diversos países da América Latina apresentarem suas soluções em Software Livre.

A programação contará com palestras, mesas-redondas e workshops sobre temas ligados às tecnologias da informação e da comunicação, sustentadas em sistemas de software livres desenvolvidos no continente. Os participantes terão acesso às principais discussões e reflexões sobre a promoção e utilização do Software Livre na América Latina, além de promover a integração e a valorização latino-americana.

Para maiores informações visite: http://www.latinoware.org/

TI operacional

Para os Gerentes de TI:

Se a operação de TI não estiver “redonda” a crise virá, mas se gastarmos tempo excessivo com a operação não daremos o devido Suporte ao Negócio e não conseguiremos Inovar.

Modelo – Documentação de Infra-estrutura de Rede

Num post anterior escrevi sobre a tarefa de documentar uma rede e sugeri uma lista mínima de itens que deviam compor a documentação de uma rede.

Alguns leitores pediram se eu poderia disponibilizar modelo de documentação para que pudessem utilizar como ponto de partida. Disponibilizo abaixo um template que pode ser utilizado, mas note que é um modelo simples (elaborado num editor de texto) e sem grandes pretensões.

Download: Modelo Documentação da Infra de Rede (formato OpenOffice)

Download: Modelo Documentação da Infra de Rede (PDF)

Se alguém quiser melhorar o documento e me enviar as alterações fique a vontade.

Na empresa onde trabalho utilizo um conjunto de ferramentas para gerenciar as informações da rede:

  • OCS-NG (para inventário de hardware… semelhante ao CACIC)
  • Wiki (Trac)
  • Nagios
  • Cacti
  • GLPI (para registro dos chamados do helpdesk)

O ideal seria utilizar uma ferramenta open source que automaticamente fizesse o mapeamento da rede e dos servidores mantendo essas informações sempre atualizadas.

Caso alguém conheça uma ferramenta assim, por favor me avise  :-)

O gerente, suas habilidades e competências

Há alguns meses assumi o cargo de Gerente de Tecnologia e tenho buscado desenvolver competências e habilidades gerenciais. Neste artigo farei  reflexões sobre o papel do gerente e características do seu trabalho (alguns pontos foram baseados no livro “Como ser um Gerente Melhor” de Michael Armstrong).

Para que serve a gerência? Podemos afirmar que os gerentes existem para alcançar resultados e que gerenciar é decidir o que fazer e conseguir que isso seja executado por outras pessoas.

Entretanto os gerentes não podem delegar tudo e muitas vezes devem se envolver pessoalmente e contar com seus próprios recursos para que as coisas aconteçam. Estes recursos podem ser: experiência, habilidades, competências e tempo onde estes devem ser usados para dirigir e motivar as pessoas, compreender situações e na análise de problemas.

O papel do gerente e natureza do seu trabalho

Os principais processos gerenciais foram definidos como sendo: Planejar, Organizar, Liderar e Controlar. Esta visão tem sido questionada pois o trabalho dos gerentes é fragmentado, variado e sujeito a ajustes contínuos.

Os papéis gerenciais estão ligados basicamente a:

  • fazer que as coisas sejam executadas (planejar à frente, manter o impulso e fazer com que as coisas aconteçam);
  • descobrir o que está acontecendo;
  • reagir a situações que surgem e a novos problemas;
  • responder às demandas e solicitações.

Estes papéis envolvem comunicação, relações interpessoais, análise de informações e tomada de decisões.

Estudos indicam que os gerentes gastam seu tempo em atividades caracterizadas pela fragmentação, brevidade e variedade. Isto acontece por algumas razões:

  1. Gerentes lidam com pessoas. Sabemos que o comportamento das pessoas é imprevisível; suas exigências e respostas são condicionadas pelas circustâncias, pressões às quais tem que reagir e por seus desejos e necessidades individuais. Surgem conflitos que devem ser solucionados.
  2. Os gerentes muitas vezes não controlam os fatos que afetam seu trabalho. Demandas súbitas são impostas de dentro e de fora da empresa e podem ocorrer crises que eles são incapazes de resolver.
  3. Espera-se que os gerentes sejam decisivos e lidem com as situações à medida que elas surgem. Portanto as prioridades constantemente são abandonadas ou modificadas.
  4. Com frequência trabalham em condições de turbulência e ambiguidade. Portanto muitas vezes tendem a ser reativos em vez de proativos pois não sabem claramente o que se espera deles quando surgem novas situações.
  5. Pelo que foi exposto percebemos que os gerentes estão sujeitos a constantes interrupções e frequentemente trabalham sob pressão. Tem pouco tempo para parar e pensar a respeito de planos e prioridades e precisam gerenciar em condições de turbulência, ambiguidade e incertezas.

O gerenciamento é um processo que existe para obter resultados, fazer com que as tarefas sejam executadas, fazendo o melhor uso possível das competências das pessoas e dos recursos financeiros e materiais à disposição.

Os gerentes em geral não são tomadores de decisão lentos e metódicos, mas sim executores que precisam reagir rapidamente aos problemas à medida que surgem e pensam de forma independente.

As atividades gerenciais são divididas por contradições, por pressões conflitantes e pela necessidade de enfrentar e solucionar conflitos. Muito tempo é gasto pelos gerentes explicando o que fazem, em relacionamentos e comunicações informais e “participando”.

Qualidades Gerenciais

Algumas qualidades e características comuns aos gerentes de sucesso:

  • Conhecimentos profissionais relevantes.
  • Sensibilidade continuada aos eventos.
  • Disposição para trabalhar duro.
  • Habilidades analíticas, para a resolução de problemas e a tomada de decisões.
  • Tomada de decisões em condições de ambigüidade.
  • Habilidades sociais.
  • Resiliência emocional (para lidar bem com a pressão).
  • Proatividade.
  • Criatividade.
  • Resolução de conflitos.
  • Autoconhecimento.
  • Perseverança e determinação.
  • Hábitos de aprendizado e habilidade equilibrados.
  • Disposição para assumir riscos.
  • Capacidade de inspirar entusiasmo.

Gerente eficaz

O gerente é avaliado não só pelos resultados mas também pelo nível de conhecimentos e competências que atingiu. Competência se refere a conhecimento e habilidades – o que as pessoas sabem e são capazes de fazer para executar bem o seu trabalho.

O gestor também será julgado pelo modo como faz o seu trabalho – como se comporta usando seus conhecimentos e habilidades. Costumam ser definidos como “competências comportamentais” e podem ser definidos como aspectos do comportamento gerencial que conduzem a um desempenho efetivo. Elas se referem às características pessoais que as pessoas trazem para seus papéis no trabalho em áreas como liderança, trabalho em equipe e comunicação.

Muitas empresas definem estruturas de competências exigidas para medir o sucesso dos seus profissionais. Os gerentes que desejam progredir precisam desenvolver essas competências e conhecer os tipos de comportamentos que são esperados deles. Exemplo de estrutura de competências:

  • Orientação para resultados
  • Identificar e explorar oportunidades de negócio
  • Comunicação
  • Foco no cliente
  • Desenvolvimento do pessoal
  • Liderança
  • Planejamento
  • Resolução de problemas
  • Trabalho em equipe.

Peter Drucker diferenciou para sempre as palavras “eficiente” e “eficaz” no jargão do management: ser eficiente é fazer certo as coisas, enquanto se eficaz é fazer as coisas certas.

No livro O Gerente Eficaz, Peter Drucker se propôs a provar que eficácia é algo que pode ser aprendido. Segundo ele, os executivos eficazes são os que se apropriam de cinco práticas ou hábitos:

  1. sabem administrar seu tempo;
  2. perguntam-se “como posso contribuir?” e concentram seus esforços nos resultados deles esperados e não no trabalho;
  3. trabalham a partir de suas forças e não se baseiam em (consertar) suas fraquezas ;
  4. sabem colocar “first things first”, ou seja, priorizam as áreas em que uma execução superior poderá fazer diferença;
  5. sabem tomar as melhores decisões, utilizando o que Drucker define como os cinco elementos da tomada de decisão eficaz. Poucas decisões, mas fundamentadas.

Os gerentes aprendem através da experiência. A experiência é um instrumento essencial para aprender a ser um bom gestor possibilitando a melhora das competências e habilidades, entretanto ela ensina de forma lenta e à custa de erros… um gerente “júnior” necessita de orientação de um mentor (por exemplo um gerente competende e com maior experiência) e de outras fontes como bons livros e cursos de aperfeiçoamento.

Gerenciar em condições de turbulência, ambiguidade e incertezas e saber tomar as melhores decisões são habilidades chaves para o sucesso gerencial.

E lembre-se que gerenciar é uma habilidade que pode ser aprendida. Você pode ser um gerente melhor ao trabalhar diariamente as habilidades que você deseja aprender.

Pesquisa FGV-EAESP – 2009 Mercado de Informática e Uso nas Empresas

Estava lendo uma pesquisa do uso de TI nas empresas e do comércio eletrônico no Brasil, divulgada anualmente pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Fundação Getulio Vargas – FGV-EAESP, o GVcia.

A pesquisa foi realizada em 5.000 empresas com 2.000 respostas válidas de grandes e médias empresas. Reproduzo a seguir dados interessantes da pesquisa disponível em http://www.eaesp.fgvsp.br/subportais/interna/relacionad/gvciapesq2009.pdf

  • Empresas gastam e investem 6,0% da sua receita líquida em TI, valor dobrou em 12 anos .

  • Nos servidores corporativos o Linux tem 19% do uso no ambiente operacional e a Oracle 35% de participação em Banco de Dados.
  • A TOTVS domina em Sistemas de ERP. TOTVS, SAP e Oracle, nesta ordem, têm juntos 80% do mercado.
  • A Microsoft continua dominando a estação de trabalho das empresas com o Windows, Explorer e o Office (92% ou mais).
  • Segundo a pesquisa, em maio de 2009 existiam 60 milhões de computadores em uso no Brasil (corporativo e doméstico). Temos hoje no Brasil 01 computador para cada 03 habitantes, para 2012 a previsão é de 100 milhões: 01 computador para cada 02 habitantes.

ERP nas empresas

O Blog não morreu…

Para os meus 02 leitores: o Blog não morreu… nem de brincadeira…

Novidades na vida profissional, filho pequeno, mil e um afazeres e a prioridade do blog foi baixando, foi ficando de lado, de lado.

Há alguns meses fui convidado a assumir a gerência de tecnologia do Parque Tecnológico Itaipu. A mudança de analista de suporte para gestor de TI é um desafio interessante e estou bastante motivado em desenvolver competências gerenciais.

Estou cursando o MBA em Gerência de Projetos pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Recebi o apoio da Fundação Parque Tecnológico Itaipu para cursar este MBA e desenvolver novas habilidades de gerenciamento de projetos, liderança de equipes, gerenciamento de recursos, tempo, orçamentos e riscos.

Em breve retornarei com novidades no blog…

Ativando o SSL nos serviços do Google Apps

Agora no Google Apps, a maioria dos serviços possuem a opção de conexão segura com SSL (Secure Socket Layer). Você pode forçar os usuários do seu domínio a utilizarem  conexões encriptadas.

Veja como está o suporte a SSL:

  • Email – Sim.
  • Calendário – Sim.
  • Docs – Sim.
  • Vídeo – Não disponível.
  • Página Inicial – Não disponível. Isto inclui os gadgets da Página Inicial para conta de e-mail, chat, agenda, e docs.
  • Chat – Sim. Bate-papo no Gmail suporta SSL. O cliente do Google Talk é sempre sobre um conexão segura (TLS).
  • Sites – Sim.

Para habilitar esta característica no meu domínio hospedado no Google Apps, segui os passos abaixo:

  1. Efetuar login no painel de controle com usuário administrativo.
  2. Em “Configurações do domínio” no item “Painel de Controle“, marcar a opção “Próxima geração (somente em inglês)” e depois Salve as alterações.  (A versão em Português possui menos recursos).
  3. Clicar em “Domain settings“.
  4. Na aba “General” em SSL, marcar a opção “Enable SSL“.
  5. Clicar em “Save changes“.

Pronto, a partir de agora você e os usuários do seu domínio terão maior segurança no acesso as suas aplicações hospedadas no Google Apps.

Agora MCSO

Depois de um treinamento para formação de Gestores de Segurança da Informação – na Módulo – e após várias horas de estudo, agora sou certificado MCSO – Modulo Certified Security Officer :-)

O próximo passo é o CISSP.

Software Livre para construção de Redes Sociais

Orkut e Facebook tornaram-se verdadeiros fenômenos de audiência na Internet. Que tal embarcar nesta onda e criar sua própria rede social?

Usando ferramentas open source é possível construir uma rede social completa e customizada para sua empresa, organização ou grupo de amigos.

No PTI (Parque Tecnológico Itaipu) estamos iniciando um projeto piloto utilizando o Elgg, uma plataforma para redes sociais licenciada pela GPL e projetada para rodar em ambiente LAMP (Linux, Apache, MySQL e PHP).

O Elgg é um software bastante amigável, permite criar perfis, adicionar amigos, criar comunidades, blogs, compartilhar arquivos e muito mais. O usuário pode configurar as permissões de cada item publicado definindo se estará disponível para a Internet ou restrito aos usuários internos já autenticados.

A versão 1.2 do Elgg ainda não possui tradução para o Português, mas a penúltima versão está localizada para o idioma Português.

Além do Elgg, existem diversas opções de ferramentas livres com recursos similares:

O Elgg está sendo bastante utilizado na educação pois possui características que o tornam adequado para e-learning, incluindo grupos, comunidades e blogs que podem ser usados pelas turmas on-line. No Brasil a USP é um bom exemplo, utilizou o Elgg integrado ao MediaWiki para criar o ambiente STOA.

No PTI nosso objetivo é utilizar o Elgg para criar um espaço de interação entre os membros da comunidade PTI, onde as pessoas possam se comunicar, debater, compartilhar informações e publicar suas idéias.